segunda-feira, 1 de junho de 2009

Festival de Vídeo Tela Digital prorroga inscrições até 07 de junho!

O Festival de Vídeo Tela Digital prorroga inscrições até 07 de junho Comemorando o número de inscrições, até o momento 911 vídeos de todas as regiões do Brasil, a Associação Cultural Kinoforum e a TV Brasil prorrogam até 07 de junho as inscrições para o Festival Tela Digital acessíveis no site www.tvbrasil.org.br/teladigital. O programa é um festival voltado para a exibição de trabalhos independentes e inéditos, onde vídeos inscritos pela internet podem ser selecionados para exibição na TV. O Tela Digital é veiculado pela TV Brasil, ao domingos, às 19h30. Dos 911 vídeos inscritos, um número expressivo está disponível para visionamento e votação do público no endereço eletrônico www.tvbrasil.org.br/teladigital. Percebe-se nessa coleção a variedade de temas e propostas audiovisuais, que têm três pontos fortes; vídeos de internet com linguagem próxima ao de vídeos acessados em sites como youtube e/ou blogs, normalmente com proposta narrativa voltada para comédia e vídeos de caráter pessoal; os experimentais indicando que a proposta do Festival Tela Digital permite liberdade para a experimentação em função da convergência internet + TV + curta-metragem; e os documentários que nessa safra apostam no registro de tipos peculiares por sua condição social, etnográfica ou racial. Da seleçãoA comissão de Seleção do Tela Digital é composta pela equipe da Kinoforum e pelos curadores convidados: Gustavo Spolidoro (RS) é idealizador do Cine Esquema Novo, e diretor do documentário "Morro de Céu", projeto em finalização do DOCTV; Maria Abdalla, presidente do Instituto Icumam e do Goiânia Mostra de Curtas, a curadoraLis Kogan do Rio de Janeiro, Sofia Federico, pela cineasta e roteirista, diretora deArtes Visuais e Multimeios da Fundação Cultural do Estado da Bahia e por TorquatoJoel, premiado diretor de curtas, entre eles: "A Margem da Luz", e atualmente na Coordenação de Extensão Cultural da UFPB - Universidade Federal da Paraíba. Da Programação O Festival Tela Digital é um programa semanal (domingos, às 19h30), exibido pela TV Brasil, dirigido por Mauro Martins e apresentado por Naruna Costa e Samuel de Assis.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Sub Prefeitura Lapa - SP cadastra Oficineiros

Pessoal,
A Subprefeitura da LAPA, São Paulo está cadastrando OFICINEIROS E PALESTRANTES para 2009. Informações completas em: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/ars/lapa/2009/01/0007

É até 30/01, das 10:00 às 19:00 horas, no Espaço Cultural Tendal da Lapa, localizado à Rua Constança, 72, Lapa
remuneração: R$50,00 hora/aula.
Serão selecionados, cadastrados e credenciados OFICINEIROS nas áreas de:
Artes Visuais: Linguagem fotográfica; Linguagem de vídeo; Roteiro para cinema e vídeo; Roteiro para documentário; Animação.
Cultura Urbana & Novas Tecnologias; DJ e VJ; Musica eletrônica: tendências e tecnologia; Música e iluminação: criação do ambiente; Fotografia e vídeo no celular.
Gestão de cultura: Planejamento e Produção; Elaboração de programação cultural; Produção: shows, eventos, espetáculos e encontros; Cultura e políticas públicas; Divulgação: design gráfico, identidade visual, assessoria de imprensa; Participação: comunidade, estado, Formação de parcerias público-privadas; Desenvolvimento de projetos.
Cidadania: Cultura, educação e sensibilidade: formação do cidadão; Intercambio cultural;
Artes Cênicas
Dança
Música
Artes plásticas
Corpo & Cultura
Cultura: Patrimônio e Memória; Culturas e Etnias
PALESTRAS E CICLOS: Cultivar costumes, pensar cultura; Identidade e diversidade cultural; Importância do fomento à cultura para o desenvolvimento sustentável de uma nação; Sociologia, Política, Filosofia, Psicologia e Astrologia; Acessibilidade à cultura – o deficiente funcional e o deficiente físico; Língua e cultura; Acesso à tecnologia; Sexualidade para adolescentes e 3ª idade; Diversidade sexual; Roteiro de pesquisa para Telecentros (eficiência na pesquisa eletrônica); Intercâmbio cultural como instrumento de compreensão entre os povos

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Novíssimo cinema brasileiro

Uma nova geração prepara-se para renovar a produção cinematográfica nacional e ela está surgindo de dentro das universidades


O cinema nacional começa a receber as produções de uma nova geração de jovens e talentosos diretores, saída ou ainda nas universidades, que mesmo com todas as dificuldades de distribuição e financiamento conseguem rodar e lançar os seus filmes, nos diversos festivais espalhados pelo Brasil, seja em película seja aproveitando as facilidades trazidas pelos formatos digitais. Duas boas experiências apareceram nos últimos anos. Os longas Conceição - Autor Bom é Autor Morto (2007), de André Sampaio, Cynthia Sims, Daniel Caetano, Guilherme Sarmiento e Samantha Ribeiro, e Apenas o Fim (2008), de Matheus Souza, mostram a qualidade das produções universitárias.

Apenas o Fim, gravado em digital, este ano, no campus da PUC-RJ, revela o diretor Matheus Souza, de apenas 20 anos, atualmente no 6º semestre de Comunicação Social. O filme apresenta uma narrativa contemporânea e bem-humorada, sobre a relação amorosa de um típico casal de estudantes universitários nos dias atuais. Em seu blog na Internet, o jornalista Marcelo Tas afirma que o longa "é o primeiro retrato da geração digital feito por ela mesma, sem intermediação de produtores gulosos ou cineastas antigões, querendo dar uma de moderninhos". Matheus conta que a verba do filme veio da própria universidade, de amigos e das diversas festas que promoveu para financiar a empreitada.

Já Conceição é apontado como o primeiro longa produzido por alunos de uma universidade brasileira, a Universidade Federal Fluminense (UFF). Levou dez anos para estrear nas telas e, por enquanto, continua no circuito de festivais - o caminho necessário para firmar o nome e tornar conhecido o trabalho de quem está começando. O motivo para não estrear comercialmente? Dinheiro! "Rodamos o filme entre 1998 e 2000, mas ele só foi ficar pronto no ano passado, quando chegou o recurso da Ancine para a Rio Filme. O grande problema é conseguir a grana. O processo de finalização e laboratório custou mais de R$100 mil. Um estudante, geralmente, não tem essa fortuna!", resume Daniel Caetano, produtor, roteirista e um dos diretores do longa, que foi captado em 35mm.

Em São Paulo, Marcel Izidoro, 23 anos, contou com o apoio de vários colegas de curso para rodar Caixa Preta, enquanto era estudante na Faap, outro importante centro de produção cinematográfica universitária. Rodado em digital e 35mm, o longa estreou este ano no circuito dos festivais.

As próprias universidades emprestam os equipamentos e algumas delas, percebendo a importância de criar uma vitrine que promova os seus cursos, começam a colocar uma grana nos projetos cinematográficos de seus alunos. Os frutos das obras já estão sendo colhidos. Os bons resultados nos festivais ajudam a divulgar o nome das instituições de ensino.

Outra face desta mesma geração foi buscar formação e oportunidades nas grandes escolas internacionais, especialmente as grifes USC (University of South Califórnia), UCLA (University of California Los Angeles), NYU (New York University), para citar algumas, e também a prestigiada escola de cinema de Cuba, localizada em San Antonio de los Baños e fundada pelo Nobel de literatura, Gabriel García Márquez.

Um dos jovens diretores brasileiros mais notórios no exterior atende pelo nome de Antonio Campos, 25 anos, filho do jornalista Lucas Mendes e da produtora Rose Ganguzza. Já dirigiu mais de 20 curtas-metragens e documentários. Seu talento tem sido confirmado pelo prestigiado Festival de Cannes. Em 2005, Buy It Now estreou lá e faturou o prêmio Cinéfondation. No ano seguinte, foi aceito para Residência de Cannes, quando escreveu o roteiro de seu primeiro longa-metragem, Depois da Escola (After School) - que foi, em 2008, selecionado para a mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar), a segunda mais importante do Festival, voltada para a descoberta de talentos. No Brasil, o longa pôde ser conferido, no mês passado, pelos freqüentadores da 32a Mostra de Cinema, em São Paulo, depois de passar pelo New York Film Festival. Em 2007, esteve mais uma vez presente em terras francesas com o The Last 15. Antonio fundou a produtora Borderline Films, junto com dois colegas de classe da Universidade de Nova York (NYU), onde estudou cinema.

Um dos jovens diretores brasileiros mais notórios no exterior atende pelo nome de Antonio Campos, 25 anos, filho do jornalista Lucas Mendes e da produtora Rose Ganguzza. Já dirigiu mais de 20 curtas-metragens e documentários. Seu talento tem sido confirmado pelo prestigiado Festival de Cannes. Em 2005, Buy It Now estreou lá e faturou o prêmio Cinéfondation. No ano seguinte, foi aceito para Residência de Cannes, quando escreveu o roteiro de seu primeiro longa-metragem, Depois da Escola (After School) - que foi, em 2008, selecionado para a mostra Un Certain Regard (Um Certo Olhar), a segunda mais importante do Festival, voltada para a descoberta de talentos. No Brasil, o longa pôde ser conferido, no mês passado, pelos freqüentadores da 32a Mostra de Cinema, em São Paulo, depois de passar pelo New York Film Festival. Em 2007, esteve mais uma vez presente em terras francesas com o The Last 15. Antonio fundou a produtora Borderline Films, junto com dois colegas de classe da Universidade de Nova York (NYU), onde estudou cinema.

Marcos Sigrist, formado pela University of South Califórnia (USC), escola fundada pela mesma Academia que criou o Oscar, optou por voltar ao Brasil, por ser mais barato produzir aqui. Trouxe dinheiro de um investidor norte-americano para rodar o seu primeiro longa, Ainda somos os mesmos, para o qual conseguiu participações de Antonio Abujamra e Laura Cardoso. Já editado, o filme encontra-se em fase final de captação, para financiar a pós-produção, sempre a parte mais cara do projeto. Marcos fundou a Vertigem Filmes, que produziu o documentário sobre a direção de arte do filme Carandiru, e recentemente associou-se ao experiente produtor Sérgio Kieling. Prepara-se também para rodar a biografia do cantor Jair Rodrigues, em forma de documentário.

Um pouco mais veterana, Daniela Broitman também se formou nos Estados Unidos. Cursou a UC Berkeley, em Jornalismo. Algum tempo depois, trocou uma bem- sucedida carreira na área pela paixão pelo documentário. Lança este mês seu segundo longa-metragem independente, intitulado Meu Brasil, filme que narra o dia-a-dia dos líderes comunitários e a jornada deles no Fórum Social Mundial. Estréia prevista para 28 de novembro em São Paulo.

Ela afirma que fazer cinema é uma profissão de muita luta e classifica o cineasta como um guerreiro. "O que falta são os espaços para se obter apoio, trocar informações, ser orientado. Depois que sai da universidade, o ex-estudante fica muito solto no mundo", conclui.

No exterior, os realizadores encontram o mesmo problema de finanças e distribuição. "A diferença entre o Brasil e os Estados Unidos é que eles têm muitas fundações, organizações e cooperativas que incentivam o cinema. Posso citar a Film Arts Foundation, em São Francisco, na Califórnia. Você tinha uma comunidade com quem conversar, que lhe atendia e orientava", explica Daniela, que teve o seu primeiro longa, A Voz da Ponta - A Favela Vai ao Fórum Social Mundial apoiado pela Ford Foundation.

Outro aspecto interessante, explorado por ela em sua carreira, é o circuito informal que existe nas universidades mundo afora e também no Brasil. Daniela viaja com os seus filmes profundamente humanistas e de temática social, proferindo palestras e realizando debates. Meu Brasil já esteve em várias instituições de prestígio nos Estados Unidos, incluindo Stanford, Princeton, Harvard, Columbia, New York University, New School, University of California Berkeley, Johns Hopkins, Cornell, etc. No Rio de Janeiro, já promoveu sessões na UFRJ, UERJ, PUC-RJ, Estácio e ESPM. Chega a São Paulo com exibições agendadas para USP, PUC e Faap.

Fonte: http://www.offline.com.br/edicoes/9/artigo118045-1.asp

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Os personagens mais estilosos de 2008

Da Redação www.cineclick.com.br

Elenco de Sex and the City - O Filme
O site Entertainment Weekly divulgou uma lista dos personagens mais estilosos dos filmes que se destacaram neste ano.

Em primeiro lugar está o elenco de Sex and the City - O Filme, com destaque para o guarda-roupa invejado de Carrie (interpretada por Sarah Jessica Parker, de Armações do Amor) e as roupas de grifes famosas de suas amigas Samantha (Kim Cattrall), Charlote (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon).

Figurinha carimbada em toda e qualquer lista deste fim de ano, Batman - O Cavaleiro das Trevas é representado pelo figurino caprichado de Christian Bale (O Grande Truque), intérprete do homem-morcego.

Os vestidos e os corsets usados por Keira Knightley (da trilogia Piratas do Caribe) em A Duquesa garantiram o terceiro lugar da lista para a Duquesa de Devonshire, Georgiana Cavendish (interpretada por Keira).

Ainda fazem parte da lista os personagens de Penélope Cruz (Fatal) em Vicky Cristina Barcelona, de Robert Downey Jr. (Trovão Tropical) em Homem de Ferro e de Daniel Craig (Reflexos da Inocência) em 007 Quantum of Solace.


Confira a lista completa dos mais estilosos de 2008

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Melhores de 2008

No podcast ( Para ouvir o podcast, clique ) o crítico Sérgio Rizzo faz um balanço sobre os filmes que estrearam no Brasil em 2008. Entre os longas nacionais, destaca "Linha de Passe", "Serras da Desordem" e "Terra Vermelha", além do sucesso "Meu Nome Não É Johnny".

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Cinema: 'Café dos Maestros' faz um tributo ao tango

Estréia nos cinemas brasileiros Café dos Maestros, primeiro longa do diretor argentino Miguel Kohan. Entre ensaios e performances ao vivo, o filme monta um mosaico da cultura do tango. Grandes artistas como Leopoldo Federico, Lágrima Rios, Aníbal Rios, José Libertella e Luis Stazo ensaiam para uma apresentação ao vivo de gala no Teatro Colón, na capital argentina. Eles possuem diferentes estilos, diferentes origens. Conversam, contam histórias e Miguel Kohan vai montando o que é muito mais do que um documento sobre esse ritmo que é tão importante para os argentinos quanto o samba para os brasileiros.

http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art299206,0.htm

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Curtas brasileiros selecionados por Roterdã e Sundance

O curta-metragem Um, de Ricardo Mehedeff, foi selecionado para o próximo Festival de Roterdã, que se realiza entre 21 de janeiro e 1º de fevereiro. Um foi o primeiro filme rodado no Brasil com a nova câmera digital RED, câmera portátil e de grande resolução visual utilizada por Steven Soderbergh em Che. Daniel Filho também já usou a câmera no Brasil, para filmar Tempos de paz. O Sundance Film Festival, que acontece entre 15 e 25 de janeiro, por sua vez, selecionou Eu e crocodilos, de Marcela Arantes, inspirado na obra da poeta inglesa Susan Wicks.